Num projeto cultural e de forte cunho social a Escola de Música Mestre Fabiano, com sede na cidade de Batalha, distante 156 quilômetros ao norte de Teresina, reúne 75 crianças e adolescentes de 11 a 17 anos de idade. Eles ensaiam várias vezes por semana e fazem apresentações públicas que "enchem os olhos" dos mais severos críticos.

Na tarde do último Domingo, 18 de Fevereiro, a Escola de Música Mestre Fabiano recebeu a visita dos imortais da Academia de Letras do Vale do Longá. Na oportunidade, os jovens músicos executaram belas canções e clássicos nacionais e internacionais.

Falando a reportagem do Mpiauí, o advogador e escritor Antônio Pedro Almeida Neto, presidente da Academia de Letras do Vale do Longá, disse: "Sou filho da cidade de Batalha e este é um projeto de grande alcance social. Estes adolescentes, na maioria, são de famílias humildes de Batalha. A Escola de Música Mestre Fabiano orgulha os batalhenses e precisa ser mais conhecida do povo piauiense, pois assim sendo, passará também a ser um dos orgulhos do Estado do Piauí", finalizou o acadêmico.

Já a escritora Raimunda Celestina Mendes da Silva, presidente da Academia de Letras do Médio Parnaíba, sediada em Amarante-PI, também em entrevista do Mpiauí, disse: "O Piauí precisa voltar seus olhos para Batalha, um projeto tão especial como este tem que mais apoio, pois sobrevive apenas com ajuda do município. O Estado e a iniciativa privada precisam ver e sentir tudo isso aqui, pois é maravilhoso, espetacular, esplêndido, coisa de a gente bater palmas e fazer reverência", finalizou emocionada a acadêmica.

Estiveram presentes os acadêmicos: Antônio Pedro Almeida Neto, Carlos Magno de Almeida, Herculano Moraes, Antenor de Castro Rego Filho, Lisete Napoleão, Homero Castelo Branco, Manoel Monte Filho, Reinaldo Barros Torres, Francy Monte, Aci Campelo, Viriato Campelo, Deusdete Nunes dos Santos, todos da Academia de Letras do Vale do Longá. E ainda: Raimunda Celestina Mendes da Silva (presidente da Academia de Letras do Médio Parnaíba, sediada em Amarante-PI) e Maria Nilza Morais (da Academia de Ciências do Piauí).





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