Imagens da cidade de Barras

Mais um escândalo completa a conturbada gestão do ex-prefeito de Barras, Edilson Sérvulo. As consequências negativas são sentidas na  administração do atual prefeito Carlos Monte. A Receita Federal notificou a Prefeitura de Barras em mais R$ 2.826.873,12 (dois milhões, oitocentos e vinte e seis mil, oitocentos e setenta e três reais e doze centavos) referentes à repasses não realizados pela Secretaria da Saúde no ano de 2013 da Gestão Capote.
A Secretaria de Saúde era a pasta que faltava a Receita Federal concluir a soma dos débitos, porque o restante da dívida já havia sido divulgada no mês de abril, quando foi revelado o valor inicial do rombo de R$ 5.720.048,16 (cinco milhões, 720 mil, 48 reais e 16 centavos).
Para completar o pacote da herança maldita do governo Edilson Sérvulo, o leitor deve somar ainda R$ 3.160.263,00 (três milhões, cento e sessenta mil, duzentos e sessenta e três reais) referente aos débitos da Secretaria de Educação.
Para poder honrar com o compromisso, o prefeito Carlos Monte decidiu parcelar o débito que, com as multa e os encargos moratórios de 75%, chegou ao valor de R$ 4.290.636,12 (quatro milhões, duzentos e noventa mil, seiscentos e trinta e seis reais e doze centavos).
Isso significa que a dívida aumenta para um total de R$ 10.010.684.28 (dez milhões, dez mil, seiscentos e oitenta e quatro reais e vinte e oito centavos).
Quando se coloca na ponta da caneta, o valor total é de R$ 11.707.184,28 (onze milhões, setecentos e sete mil, cento e oitenta e quatro reais e vinte e oito centavos. E o pior: toda essa dívida é referentes apenas ao ano de 2013. Se o ex-prefeito tiver dado continuidade a esta prática nos anos posteriores,a prefeitura de Barras vai ficar inviabilizada financeiramente.
A atual gestão do Palácio Casa Rosada, sede da Prefeitura de Barras, deve dividir em suaves parcelas, mas a Receita Federal cobra multa e os encargos moratórios de 75%. 
(*) Longah.com

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