A inflação oficial do país (IPCA) desacelerou entre agosto e setembro, passando de 0,44% para 0,08%. A taxa é a menor para o mês desde 1998, quando houve recuo de 0,22%. Se consideramos todos os meses, este é o menor índice desde julho de 2014, quando ficou em 0,01%. 
Para a alegria do consumidor, o que fez a inflação crescer menos foi a queda na alimentação. De um avanço de 0,3%, a variação de preços desse grupo recuou 0,29%. Um dos maiores vilões dos últimos meses - o leite - ficou 7,83% mais barato em setembro. O feijão, outro que estava na lista negra, também caiu. O carioca, 4,61%, o preto 3,77% e o mulatinho 1,45%. Porém, a carne - item praticamente indispensável na alimentação diária - ficou 1,43% mais cara. 
Também caíram os Artigos de residência (-0,23%) e os transportes (-0,10%), nesse último o foco foram as passagens aéreas (-2,39%), os automóveis usados (-1,50%) e a gasolina (-0,40%). A inflação acumulada do ano está em 5,51%. No mesmo período do ano passado, era 7,64%. Em 12 meses, a alta chega a 8,48% - abaixo dos 8,97% dos 12 meses anteriores.

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