Cinco adolescentes e dois adultos estão sendo indiciados pela Polícia Civil por estuprar uma menina de 11 anos em Geminiano, a 323 km de Teresina. De acordo com delegado geral, Riedel Batista, houve consentimento da vítima, mas por se tratar de uma criança e não ter capacidade de discernimento, isso se configura como estupro de vulnerável.
A polícia, entretanto, descarta a hipótese de estupro coletivo. “Exames feitos pela vítima comprovaram que houve relação sexual com os suspeitos, mas apesar do crime ter sido praticado por sete pessoas, não se trata de um estupro coletivo, porque os atos libidinosos foram cometidos em dias e locais diferentes”, explica Riedel Batista.
A denúncia foi feita pela família da vítima, que procurou a polícia e o Conselho Tutelar de Picos há 20 dias. O delegado que cuida do caso, Divanilson Sena, continua em diligências e já colheu os depoimentos dos envolvidos. Vítima e suspeitos são naturais de Geminiano e já se conheciam, antes do crime. Apesar de já estar em fase avançada nas investigações, a polícia não descarta o envolvimento de mais gente no crime e, possivelmente, novas prisões.
O delegado geral evitou dar mais detalhes do inquérito, por se tratar de vítima menor de idade e o processo segue em segredo de Justiça, como prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Questionado sobre a existência de um vídeo gravado numa das vezes em que a criança foi estuprada, Riedel esclarece a polícia não teve acesso a esse conteúdo, mas está em diligências para confirmar se ele realmente existe.

Resta saber se os outros rapazes que transaram com a menina desde que ela começou a ter vida sexual, também serão chamados pela polícia, afinal pelo que consta os sete que transaram com ela em dias intercalados não foram os primeiros, e se para a lei foi cometido um estupro, todos, desde o primeiro que transou com menina, devem ser punidos para que se faça realmente justiça.



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