A ação de uma mãe adolescente na cidade de Caucaia, estado do Ceará, está causando revolta a muitos nas redes sociais por todo o Brasil e exterior.

Após o nascimento a mãe jogou o filho num amontoado de lixo nas proximidades da sua residência. Cerca de uma hora depois passou um cachorro, que de imediato pegou com a boca a criança e levou até a casa mais próxima e ficou latindo o tempo todo como se fosse para chamar atenção de alguém.

Os donos da casa onde o cachorro deixou a criança acionaram a polícia. Os policiais levaram o recém nascido já morto para o hospital da cidade. As autoridades policiais estão agora a procura da mãe que poderíamos chamar de "mãe cachorra", mas será que ela merece ser chamada de "cachorra", não seria um elogio?

Abandono de recém nascidos, aborto proposital e até morte por asfixia ou espancamento e mutilação do corpo, são motivos de notícias quase que diárias por todo o Brasil, mas as leis brasileiras não são severas para com as mulheres que provocam essas barbaridades, ao contrário, movimentos feministas espalhados por todo o País e com ajuda de órgãos do Governo Federal, até dão apoio social e jurídico para mulheres que matam seus filhos abortando ou ainda recém nascidos como aconteceu em Caucaia.

Meninas estão cada vez mais cedo inciando vida sexual, estimuladas no longo dos anos pelas novelas e estilos musicais como forró, funk, swingueira; que passam a informação de que ter ato sexual é "namorar", enquanto que a partir do momento em que duas pessoas passam a transar e não são casadas ou não convivem maritalmente sobre o mesmo teto, essas não mais namoram, pois no namoro não existe relação sexual. Namorar é namorar, tão simplesmente. Quem tem convivência sexual com alguém fora do matrimônio está tendo um "caso amoroso" e isso não é namoro. O incentivo a popularidade da vida sexual precoce e fora do matrimônio também leva a situações de irresponsabilidade como a que aconteceu na cidade do Ceará.


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