O barrense Joaquim Carvalho, residente em Belo Horizonte-MG, como tantos outros conterrâneos que moram em outras cidades e estados, mostrou-se insatisfeito em rede social após passar dias visitando parentes na terra berço.



Prefeito Edílson Sérvulo posando ao lado de moradores da zona rural de Barras

Há quarenta anos morando distante, Joaquim Carvalho visita Barras sempre que pode. Ele relata que a cada volta a terra natal, sua decepção só aumenta. Como muitos outros barrenses, ele lembra o desleixo administrativo por que passa Barras, e cita: "Ruas esburacadas, trânsito de cidade indiana, esgotos a céu aberto, mercado cheio de cães, degradação do meio ambiente, edificações dentro dos leitos dos rios, cidade sem atrativos de lazer".

Na atual administração, na verdade, não existe muito a comemorar. Alguns feitos na área da educação, graças ao dinheiro advindo do Governo Federal e com uso obrigatório na pasta, e nada mais! O plantio nos canteiros das praças Senador Joaquim Pires e Monsenhor Boson é o que mais chama atenção, além da pintura externa do Palácio Casa Rosada, do Palácio Municipal e do prédio da Secretaria Municipal de Educação (antigo Patronato). Alguns poços tubulares cavados em povoados e estradas reformadas ou feitas na zona rural, graças a um trator doado pelo Governo Federal. O restante é somente muita propaganda, tipo: "vai fazer isso, irá construir isso"... nada mais, promessas e mais promessas. E fale contra, que os defensores dos seus salários na PMB se revoltam em redes sociais! Deveriam ser defensores de Barras, em primeiro lugar. Mas lutam pela sobrevivência, até que dá para entender.


Joaquim Carvalho Quarenta e três anos ausente de Barras e a cada ida à minha terra uma decepção a mais. Ruas esburacadas, trânsito de cidade indiana, esgotos à céu aberto, um mercado sujo e cheio de cães, degradação do meio ambiente, calçadas ocupadas por tudo que se possa imaginar e pedestres obrigados andar no meio das ruas, edificações dentro do leito dos rios, sem atrativos de lazer, enfim, uma cidade totalmente desestruturada. Preferi ficar no interior quase todos os dias que aí permaneci!

O Tribuna de Barras não segue linha editorial de oposição, tem apenas uma linha editorial voltada para o bem de Barras e do povo de Barras, tanto que tem desagradado no longo dos seus sete anos a políticos de todos os seguimentos e a seus interesses obscuros.  Quando houveram fatos positivos na atual administração, sempre muito poucos, o Tribuna de Barras divulgou sem que a PMB precisasse  pagar como faz ao Meio Norte, 180graus e a dois outros sites barrenses. Concordamos que a imprensa seja remunerada pelos serviços prestados, mas ela não pode ser omissa. Já com relação ao 180graus (cerca de 4 mil reais) e o Meio Norte (cerca de 7 mil) é um dinheiro jogado no mato, não serve para nada a não ser "tapar a boca" dos referidos meios de comunicação, pois os espaços não são atualizados com frequência e não obedecem com legitimidade o papel que deveriam servir.

O prefeito Edílson Sérvulo é candidato a reeleição este ano, pesquisa que será registrada nos próximos dias mostra um enorme índice de rejeição ao chefe do executivo barrense. Também, com certeza, ele não se importará com isso, pois acha que por estar com o poder em suas mãos e ser uma pessoa de vida financeira bastante estável, pode ainda com o poder do dinheiro, ter todos ao seu lado.  Mas os que o rodeiam, na maioria, o atacam como "urubus em carniça". A falsidade dos aliados se sobrepõe a incapacidade de pensar e agir de Edílson Sérvulo, o que tem irritado, inclusive, aos seus respeitados e queridos familiares. O prefeito brinca de ser prefeito, isso desagrada aos barrenses que não se contentam com os presentes de uma garrafa de pinga ou de cerveja, com uma cesta de alimentos em época da Páscoa ou do Natal.

Edílson Sérvulo também peca em fazer a política da perseguição. Talvez alguém ainda não tenha dito para ele que, "a arte de fazer política é você saber aproximar os adversários, mas não esquecer dos verdadeiros amigos e aliados".  Dinheiro não compra tudo.

Barras precisa ser repensada e seus políticos (todos) esquecerem o bolso ou a conta bancária e se voltarem para os interesses da cidade e do povo.


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