Assim como aconteceu com o Botafogo de Ribeirão Preto-SP no primeiro confronto com o São Caetano-SP, o River Atlético Clube pode ser punido nestas quartas de final da Série D do Campeonato Brasileiro. Isso porque na goleada por 3 a 0 contra a Lajeadense-RS no último final de semana, o árbitro, aspirante a Fifa, Wagner Reway relatou na súmula o uso de laser e ainda fogos de artifício nas arquibancadas do Estádio Governdor Alberto Silva, em Teresina (PI).

Mas, ainda assim, o tricolor piauiense deve ficar na sua casa se passar de fase na competição nacional. Isso porque a Polícia Militar (PM) conseguiu identificar os autores, que também aparecem no documento eletrônico da Confederação Brasileira de Futebol, e os conduziu para a Delegacia para prestar esclarecimentos. Com isso, a punição deve atingir somente o bolso do clube.

De acordo com o que relatou o árbitro mato-grossense, o torcedor Vanderson Barbosa Lima apontou o laser no rosto do goleiro Giovani aos 15 minutos do segundo tempo. Logo que percebeu, Wagner Reway pediu para que o quarto árbitro tomasse providencias junto com o efeito policial. Além disso, fogos de artifício foram disparados atrás do gol, assim que o clube balançou as redes pela terceira vez, decretando a vitória.
Agora, a promotoria do Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) pode denunciar o caso na próxima Terça-feira (20), quando haverá audiência no Rio de Janeiro. Mas, até lá, o River já saberá se ficou com o acesso à Série C da próxima temporada ou não, já que enfrenta a Lajeadense no confronto de volta nesta Segunda-feira (19), às 19 horas (18 horas no horário piauiense), desta vez no Estádio Arena Alviazul.
Laser no jogo River-PI x Lajeadense  (Foto: Emanuele Madeira/GloboEsporte.com)
O laser de cor verde no rosto do goleiro do Lajeadense. Foto: globoesporte.com/piauí

(*) Fonte: Futebol Interior


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