A gastança no governo de Edilson Capote não tem limites. Mesmo com o Relatório do TCE que aponta inúmeras irregularidades nas contas de 2013, o mandatário da Casa Rosada continua administrando como se Barras fosse uma cidade de primeiro mundo.
Sem realizar nenhuma obra impactante, os recursos do tesouro municipal servem apenas para reproduzir um quadro de empreguismo voltado para a promoção pessoal e política do prefeito e de seus supostos apoiadores.
Tudo que foi feito no município, até o momento, foi por intermédio do Governo Federal.
As reformas e ampliações de escolas, quadras poliesportivas, kits tecnológicos, instalações de splits, postos de saúde, poços tubulares, estradas, medicamentos, programas segundo tempo, melhor em casa, Projovem Campo, Mais Educação e tantas outras ações, só estão sendo possíveis graças à administração do Governo Federal.
O Prefeito não se preocupa com um projeto de transformação social da realidade a curto, médio e longo prazo, apenas vive a reboque do que os outros fazem.
Um bom exemplo dessa situação é o que vem ocorrendo na Educação, onde um levantamento parcial, não conclusivo, sobre a gestão de pessoal, mostra um quadro de servidores que consumiu no mês de junho de 2015, a importância de R$ 2.023.844,13 (dois milhões vinte e três mil oitocentos e quarenta e quatro reais e treze centavos).
Edilson Capote tem deixado de melhorar a vida de 50.000 (cinqüenta mil), barrenses para apostar na política do empreguismo de um pequeno grupo da elite governante, formado por figuras palacianas: parentes e aderentes do esquemão oficial.
Não há compromisso com a maioria do Povo que está desempregado e vive das migalhas dos programas sociais. Não oportuniza a entrada dos pobres no serviço público através do concurso que iguala as oportunidades, preferindo a nomeação de políticos carreiristas e de seus amigos e parentelas.
No lugar da dignidade, a política do pão e circo. A distribuição de melancias, peixes, galetos e cachaça, como se isso fosse mérito da administração e essas coisas não fossem adquiridas com o próprio dinheiro das pessoas que o Prefeito tenta enganar.
O pior é que essa situação se repete na Saúde, Assistência Social, Cultura, Administração, Gabinete, Assessoria Jurídica e todos os demais órgãos da Prefeitura, como um câncer a corroer a própria gestão e comprometer o presente e o futuro de gerações de barremses.
Imagine, então, se esse desgoverno continuar, o Povo vai assinar sua própria sentença de morte anunciada, porque tudo caminhará para a completa ruína do município, que já anda capenga em razão de outras administrações desastrosas, ainda que nem de longe possam ser  comparadas com esta do Senhor Capote.
(*) Professor Germano Filho, especial para o Tribuna de Barras

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