O senhor Jorge Geovane Rodrigues Dias, que exerce o cargo ‘efetivo comissionado’ de professor SL I, na Fundação de Esportes do Piauí (FUNDESPI), recebe exatos R$ 14.381,93.
Sua esposa, Mauriceia Borges da Silva, que exerce cargo “efetivo” na função “professor SE I” na mesma fundação, recebe ‘somente’ R$ 4.391,70.
Ah, a mãe de Jorge Geovane é irmã da mãe do presidente da FUNDESPI, Vicente Sobrinho. Ou seja, eles são primos.
Assim fica fácil a família enfrentar a crise, causada pelo governo de Dilma Rousseff, mas o Piauí não deve estar imerso em crise.
A FUNDESPI é um antro para poucos.

Enquanto isso o Estádio Deusdeth de Melo, em Campo Maior, encontra-se sem atender as necessidades da pratica do futebol devido a falta de irrigação no seu gramado. O Estádio Albertão está com obras paralisadas; o Centro Esportivo Almeidão, em Teresina, abandonado tornou-se lugar para usuários de drogas alimentarem seus vícios e morrerem aos poucos; o Ginásio Verdão, abandonado... todas praças esportivas com administração de responsabilidade da FUNDESPI.

A FUNDESPI atua como uma espécie de Secretaria de Estado dos Esportes, cujo presidente tem status de secretário de Estado. A instituição não presta serviço ao esporte piauiense e serve apenas como cabide de empregos para aliados políticos do governador Wellington Dias. Não há ajuda e nem incentivo algum ao esporte piauiense nem amador e nem profissional.

Vicente Sobrinho, presidente da FUNDESPI

(*) Com informações adicionais de Rômulo Rocha, 180graus




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