Inicialmente, para evitar confusão de interpretação, definiremos:

Migração: movimento de entrada ou saída de indivíduos em países diferentes ou dentro de um mesmo país (de um estado para o outro, de uma cidade para a outra, etc)
Imigração: entrada de estrangeiros em um país; estabelecimento de indivíduos em cidade, estado ou região do seu próprio país, que não é de sua origem ou país que também não é de sua origem.
Emigração: saída espontânea de um país; movimentação de uma para outra região dentro de um mesmo país; sair de um país ou lugar onde se vive para viver em outro, provisória ou definitivamente



As migrações, de um modo geral, sempre existiram. Na Bíblia há várias histórias de migrantes de todo o tipo ;

Os migrantes refugiados fogem da guerra, pobreza, repressão política e religiosa e conflitos de facções. Síria, Afeganistão, Iraque e Eritreia . As guerras na Síria e no Iraque são claramente importantes catalisadores de migração para a Europa. Os vizinhos da Síria no Oriente Médio receberam cerca de 3 milhões de refugiados, enquanto milhões de pessoas foram deslocadas dentro do próprio território sírio. E na Síria a guerra civil já matou mais de 240 mil desde 2011. A Turquia, uma boa exceção, já recebeu cerca de 1,8 milhão de refugiados. Agora, os " traficantes de pessoas " - e de sonhos -  ( aqueles pagos para fazer a travessia ) estão invadindo pela fronteira com a Hungria e Alemanha. No Iraque, com a saída das tropas americanas em 2011 fez com que os sunitas iraquianos, que formam o terrível grupo jihadista, passasse a perseguir odo e qualquer cidadão que não lhe obedeciam ou que " desconfiassem" fosse militante contrário. Em 2014, registrou-se 10 mil mortes.
Tom Oliveira, escritor e
promotor de justiça no Estado do Piauí,
autor deste artigo
O Afeganistão é um país que vive tomado pelo talibã, um grupo radical, que prega a morte para quem não segue seus preceitos. Segundo a ONU já são mais de 7,6 milhões de refugiados. Na Eritreia os imigrantes fogem em direção a Itália tentando escapar da escravidão no serviço militar obrigatório. A Eritreiaé um país no Chifre da África e a fronteira com a Itália é feita pelo Mediterrâneo. Um fato interessante neste imbróglio é que nenhum país do Golfo Pérsico ( os riquíssimos Qatar, Emirados Árabes, Kuweit , Bahrein e Arábia Saudita ) não aceitam refugiados.  A crise migratória na Europa se agrava e a invasão islâmica se amplia, eis a verdade. .Alguns com direitos ( os refugiados políticos, perseguidos ); outros fogem da miséria e em busca de dias melhores para seus filhos. Estes não são amparados pela lei internacional, mas querem as mesmas regalias e normalmente oriundos do Paquistão, Kosovo e Afeganistão.


Os migrantes que conseguem ultrapassar as fronteiras tem de provar às autoridades que estão fugindo de perseguição (  política, por exemplo ) e morreriam se voltasse ao seu país. O direito internacional dá   proteção aos chamados refugiados genuínos.Assim sendo, enquanto o pedido de asilo tramita, o imigrante refugiado tem direito a alimentação, receber cuidados médicos e de ficar num centro de acolhimento. 9 meses após tirar passaporte e impressões digitais, o imigrante pode obter emprego, legalmente.

Uma Boa Notícia  !

O PRESIDENTE DO CONSELHO EUROPEU, DONALD TUSK, PEDIU  ESTADOS-MEMBROS DA UNIÃO EUROPEIA (UE) PARA ACEITAREM DIVIDIR O ACOLHIMENTO DE PELO MENOS 100 MIL REFUGIADOS PARA ALIVIAR A PRESSÃO NOS PAÍSES DA CHAMADA LINHA DA FRENTE MIGRATÓRIA.

“Aceitar mais refugiados é um gesto importante de verdadeira solidariedade”, disse Tusk, acrescentando que atualmente é necessária “uma distribuição equitativa de pelo menos 100 mil refugiados pelos Estados-Membros”.


  O Primeiro-Ministro inglês, David Cameron,  pressionado ( tinha dito anteriormente que era uma praga de pessoas ), disse que o Reino Unido está disposto a receber "milhares de refugiados sírios adicionais",  O premiê também anunciou que o Reino Unido aportará 100 milhões de libras (153 milhões de dólares) adicionais como uma resposta à "crise humanitária" síria que está levando milhares de refugiados ao continente europeu. Pois bem,
Defender os direitos dos migrantes torna-se mais difícil quando a conjuntura econômica ainda é complicada, em que muitos europeus estão desempregados e muitos outros rejeitam a possibilidade de trazer mais trabalhadores estrangeiros.
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