O placar foi a 7 a 6 e embora a maioria tenha sido a favor de Manim Rego, ele não conseguiu votos suficientes para ter suas contas aprovadas pela Câmara de Vereadores de Barras. Ele precisava de oito votos.
Após a votação, o Vereador Maurício Rego, usou a tribuna em um discurso acalorado destacando que os vereeadors presentes têm medo da candidatura de Manim Rgo e que os que estavam votando contra ainda iam atrás do pai dele.
O Vereador Antonio Leite ressaltou que as motivações de votos foram políticas em detrimento das técnicas. Mateus Aguiar também se pronunciou e rebateu Leite. “A votação teria sido política se tivéssemos ido contra o parecer do Tribunal de Contas do estado (TCE)”, disse.
Contra o ex-prefeito pesava as seguinte acusações do Tribunal de Contas da União: Despesas com pessoal do poder executivo superior ao limite legal; contabilização das despesas com pessoal desobedecendo o princípio da competência; gastos com profissionais do magistério/Fundeb inferior ao limite legal; baixa de restos a pagar sem justificativa; não envio de peças componentes da prestação de contas; movimentação financeira com divergência no saldo de cobertura; ausência ou irregularidades de processos licitatórios enviados/analisados;  ausência de retenção do INSS no salário do prefeito ou vice-prefeito; ausência de comprovante de despesas; entre outras.
As contas do ex-gestor referentes aos anos de 2008 já haviam sido rejeitas pelo TCE, cabia à Câmara ratificar ou não o parecer do tribunal.
(*) Com informações de Pedro Silva, reporter do longah.com
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