Reinaldo Barros Torres (editor do Tribuna de Barras), José Gomes e Fábio Abreu no Boa Tarde Piauí, programa da TV Assembléia.

O futuro secretário de segurança do Estado do Piauí, deputado federal capitão Fábio Abreu (PTB), disse nesta quinta-feira (08) durante entrevista, que vai combater o déficit no efetivo da Polícia Militar do Piauí. Atualmente, a PM possui uma carência de sete mil policiais. "Não temos como repor sete mil policiais de uma vez por conta das finanças do estado. Essa reposição será gradual e com uma média de mil policiais por ano para diminuir essa situação. Precisamos de paciência para organizar a Casa", garante o parlamentar, que toma posse no dia 1º de fevereiro na Câmara Federal.
Segundo Fábio Abreu, em relação ao déficit de policiais, uma das primeiras medidas do governador Wellington Dias assim que assumiu o cargo foi autorizar a convocação de 400 policiais e 30 oficiais da PM. "Esses serão lotados em sua maioria no interior", afirma, ressaltando que as nomeações também ocorrem na Polícia Civil.
"A Civil está mais adiantada com quase 200 policiais na academia. Em curto prazo teremos mais policiais civis prontos assumir seus postos e depois os militares. Isso deve acontecer ainda este ano. Foi compromisso do governador", lembra o futuro secretário.
Integração
Fábio Abreu comentou ainda a instalação no Piauí de um Centro de Comando e Controle Integrado das forças de segurança. Segundo ele, não se trata de uma unificação das policiais e sim a integração de cada corporação. "O tema é polêmico e foi mal interpretado quando se trata de unificação e integração. Informo que não será uma polícia única e sim ações integradas. Estive com o ministro da Justiça junto com o governador e conseguimos algumas ações que possam ser colocadas em práticas imediatamente, como o Centro de Comando de Controle Integrado. Nesse centro, teremos várias instituições que vão trabalhar dentro de suas atribuições no mesmo espaço, principalmente na área de comunicação. Quando fica em um só espaço minimiza o percurso de informações. Teremos PRF, PF, Polícia Civil, Strans, SAMU, PM. O que for atribuição de cada um será repassado. É uma unificação do processo de monitoramento", explica.
(*) Por Hérlon Moraes
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