O jovem Marcelino Albuquerque Silva (foto ao lado), de 18 anos, residente na zona rural do município de Cocal, norte do Piauí, foi preso em flagrante sob acusação de subtração de incapaz e estupro de vulnerável.
O pai da menor denunciou o caso ao Promotor de Justiça - Francisco Túlio que, por sua vez, juntamente com uma guarnição da Policia Militar, se dirigiu a residência do acusado onde encontrou o mesmo com a sua amante, uma menina de 13 anos. Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido a Delegacia de Policia de Cocal, onde se encontra a disposição da justiça.
A garota de 13 anos havia saído da escola onde estuda, para se encontrar com Marcelino. Ele tinha um caso amoroso há três meses com a menina sem o consentimento dos pais. Eles passaram a noite juntos e dormiram na casa do rapaz. Ela é quem procurava o rapaz, ela foi quem por conta própria foi dormir na casa do rapaz, ela não foi induzida por ele e nem por ninguém, mas com certeza foi induzida a relacionamento sexual ao assistir novelas na tv, ao ouvir ou estilos musicais forró, swingueira e funk - que pregam juntamente com as novelas que "namorar é transar". A lei está caduca para o que a mídia induz e para o que as meninas dessa idade hoje em dia querem, é bem verdade.
Segundo o acusado, o casal fugiu para morarem juntos e a menina saiu da escola e foi dividir a mesma casa com o acusado por vontade própria. Quanto a acusação de estupro de vulnerável, o rapaz se defende e diz que não sabia que embora com o consentimento da menor a prática fosse considerada crime. A menina mora com a mãe, que também tem "seus relacionamentos sexuais" e diz que "é namoro" (...). No caso a filha só está seguindo o exemplo da mãe!
A denuncia foi apontada como violência presumida (vítima menor de 14 anos) e conforme o Código Penal Brasileiro, o menor de 14 anos é considerado uma criança e devido a pouca idade é incapaz de avaliar os riscos que o início prematuro da vida sexual representa em sua vida, mesmo assim o Brasil bate record mundial de meninas grávidas, algumas com 9, de 10 anos de idade. No caso, o rapaz por ser maior, para a caduca lei,  tinha ciência da idade da menina com quem tinha um caso e dessa forma fica notória a impossibilidade de se cogitar a relativação da violência, porque para a justiça é evidente a falta de capacidade de uma menina de 13 anos acerca da gravidade dos atos a que foi submetida, mesmo ela "aliciando" o maior!
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